A ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM DA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL NA PREVENÇÃO E CONTROLE DA INFECÇÃO HOSPITALAR

Autores

  • Juliana de Almeida Jorge Faculdade Leão Sampaio
  • Halana Cecilia Vieira Pereira Faculdade Leão Sampaio

DOI:

https://doi.org/10.16891/17

Resumo

As infecções hospitalares têm sido durante anos um grave problema de saúde pública,
especialmente  em pacientes internados em unidades de terapia intensiva. O estudo procurou
identificar os métodos utilizados pela equipe de enfermagem na prevenção e controle de
infecção hospitalar na unidade de terapia intensiva neonatal e observar a aplicação de técnicas
de prevenção realizadas no cuidado de recém-nascidos e identificar os locais de ocorrência de
infecção hospitalar na unidade de terapia intensiva neonatal. A pesquisa foi do tipo descritiva,
quantitativa.  Fizeram parte deste estudo a  equipe de enfermagem que prestaassistência aos
recém-nascidos na unidade de terapia intensiva neonatal, no período vespertino, dentre eles, 1
enfermeira e 3 técnicas de enfermagem.  Todas as etapas da pesquisa e coleta de dados foram
realizadas em conformidade com a Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde e a
coleta de dados foi realizada na Unidade  de terapia intensiva neonatal do Hospital São Lucas.
Os resultados do estudo mostraram que a implementação de medidas locais de ocorrência e
treinamento da equipe multidisciplinar são fatores importantes e determinantes que podem
afetar os resultados com redução de prevalência de infecção hospitalar em unidades neonatais.
É necessário que os profissionais de saúde, especialmente Enfermeiros, tenham o hábito de
medidas de prevenção e controle, como condições necessárias para a redução da infecção
hospitalar em sua prática diária.

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Publicado

2013-06-03

Como Citar

Jorge, J. de A., & Pereira, H. C. V. (2013). A ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM DA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL NA PREVENÇÃO E CONTROLE DA INFECÇÃO HOSPITALAR. Revista Interfaces: Saúde, Humanas E Tecnologia, 1(2). https://doi.org/10.16891/17

Edição

Seção

Saúde