ESTUDO COMPARATIVO DOS EFEITOS DAS CORRENTES AUSSIE, INTERFERENCIAL E ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA NERVOSA TRANSCUTÂNEA (TENS) NO TRATAMENTO DA LOMBALGIA CRÔNICA

Autores

  • Irma Bantim Felício Calou UNILEÃO
  • Bruna Estéffany Pereira Mota Duarte UNILEÃO
  • Albério Ambrósio Calvacante UNILEÃO

DOI:

https://doi.org/10.16891/2317-434X.v.10.e1.a2022.pp1260-1263

Resumo

Dentre as principais algias da coluna, destaca-se a lombalgia crônica inespecífica, condição de grande potencial incapacitante. Dentre as diversas estratégias de intervenção, a eletroterapia promove analgesia e melhora da função. As principais correntes analgésicas são: a Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS), a Corrente Interferencial (C.I.) e a Corrente Aussie. Teve-se como objetivo comparar os efeitos dessas três correntes no tratamento da lombalgia crônica inespecífica. Trata-se de um estudo experimental (ensaio clinico randomizado), analítico e de abordagem quantitativa. A pesquisa envolveu 32 participantes, divididos em 4 grupos; o grupo 1 (G1): submetido à aplicação da corrente TENS, o grupo 2 (G2): C. I., o grupo 3 (G3): Corrente Aussie e o grupo 4 (G4): controle/placebo. A dor foi avaliada antes e depois da terapia, através da escala visual analógica (EVA) da dor, associada ao questionário de incapacidade Roland-Morris. Resultados mostraram significância estatística para redução da dor, para todas as correntes: TENS (p=0,000*), Corrente Interferencial (p=0,000*) e Aussie (p=0,000*); o grupo placebo não obteve resultado significativo (p=0,03). A comparação dos valores de dor, após o uso da escala EVA, ao final da conduta, demonstra que a média de intensidade da dor é de 0,38; 1,13; 1 e 3,75 para as correntes interferencial, Aussie, TENS e para o placebo, respectivamente. Com isso, afirmamos que a eletroterapia analgésica demonstra resultados positivos na redução da dor lombar crônica, não havendo diferença significativa entre as correntes. Sugere-se mais estudos, com maior número de sessões e N amostral para obtenção de maior nível de significância.

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Publicado

2022-02-07

Edição

Seção

Artigos