INDICADORES DA ANSIEDADE EM UNIVERSITÁRIOS DE MEDICINA, PSICOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL DO SUL E NORTE DO BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.16891/2317-434X.v14.e1.a2026.id2704Resumo
O artigo integra a pesquisa sobre as percepções e incidência da ansiedade em universitários de medicina, psicologia e terapia ocupacional. Foi aprovada por Comitê de Ética; aplicou-se a escala DASS-21 e questionário qualitativo pelo Google forms. Critérios de inclusão: voluntários, independente de gênero, cor/etnia; entre 18 e 30 anos; qualquer período do curso; de exclusão: menos de 18 e mais de 31anos, diagnóstico de transtornos mentais distintos da ansiedade. Resultados: medicina: dificuldade para relaxar; intolerância; emotividade; dificuldade para respirar, medos sem motivo; psicologia, dificuldade para relaxar; taquicardia e pânico; ausência de valor pessoal; terapia ocupacional, nervosismo; tremores, parecer ridículo, pânico, medo sem motivo. Conclusão: os universitários nos três cursos sentiam medos, estresse, ansiedade e depressão; afetação corporal, o que demanda a gestão das faculdades ofertar cuidados clínicos, com e sem intervenções psicoterápicas, e grupos de desenvolvimento pessoal e pedagógico.