DEBATE SOBRE ENSINO ATIVO EM CIÊNCIAS FORENSES PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM FRENTE À VIOLÊNCIA INFANTIL E CONTRA A MULHER

Autores

  • José Cleyton de Oliveira Santos Universidade Federal de Sergipe
  • Luan dos Santos Fonseca Universidade Federal de Sergipe
  • Beatriz Correia Carvalho Universidade Federal de Sergipe
  • Laíse Luemmy de Lima Ferreira Universidade Federal de Sergipe
  • Dayane Ketlyn da Cunha Santos Universidade Federal de Sergipe
  • Karla Yasmim de Andrade Santana Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.16891/2317-434X.v10.e2.a2022.pp1399-1407

Resumo

A violência é uma problemática de saúde atual e um problema de âmbito coletivo, os profissionais de saúde assumem um importante papel na promoção de assistência às vítimas dessa fatalidade. A enfermagem forense é uma área do cuidado voltada justamente para a investigação e a resolutividade desse achado. Esse estudo visa elucidar a importância do ensino e capacitação da enfermagem sobre ciências forenses, com ênfase na atuação frente a violência contra a mulher e infantil, partindo da educação com base na aprendizagem baseada em problemas. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, efetuada no período de janeiro a julho de 2021. A análise de dados e formulação das categorias foram efetuadas com base na análise de conteúdo de Bardin. Nota-se que a aprendizagem baseada em problemas contribui para o surgimento da visão crítica profissional, aspecto fundamental para a atuação em área forense. Contudo, nota-se que pela área de atuação ser um campo relativamente novo no Brasil. Conclui-se que aprendizado crítico é uma conduta fundamental na formação em enfermagem, desse modo, faz-se preciso discutir esse debate nas grades acadêmicas e cursos de aperfeiçoamento em saúde, uma vez que é preciso capacitar esses profissionais para a realidade e importância epidemiológica que a violência à mulher e infantil significa.

Biografia do Autor

José Cleyton de Oliveira Santos, Universidade Federal de Sergipe

Acadêmico de Enfermagem, Universidade Federal de Sergipe (UFS) - Departamento de Enfermagem de Lagarto (DENL)

Luan dos Santos Fonseca, Universidade Federal de Sergipe

Acadêmico de Enfermagem, Universidade Federal de Sergipe (UFS) - Departamento de Enfermagem de Lagarto (DENL)

Beatriz Correia Carvalho, Universidade Federal de Sergipe

Acadêmica de Enfermagem, Universidade Federal de Sergipe (UFS) - Departamento de Enfermagem de Lagarto (DENL)

Laíse Luemmy de Lima Ferreira, Universidade Federal de Sergipe

Acadêmica de Enfermagem, Universidade Federal de Sergipe (UFS) - Departamento de Enfermagem de Lagarto (DENL)

Dayane Ketlyn da Cunha Santos, Universidade Federal de Sergipe

Acadêmica de Medicina, Universidade Federal de Sergipe (UFS) - Departamento de Medicina de Lagarto (DMEL).

Karla Yasmim de Andrade Santana, Universidade Federal de Sergipe

Enfermeira, Universidade Federal de Sergipe (UFS) - Departamento de Enfermagem de Lagarto (DENL).

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Publicado

2022-07-15

Edição

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Artigos