MENTAL HEALTH AND SELF-HARM: PERCEPTIONS OF YOUNG SCHOOL PEOPLE

Authors

DOI:

https://doi.org/10.16891/2317-434X.v14.e1.a2026.id2540

Abstract

Self-harm is a contemporary social phenomenon in which a person intentionally causes marks on their own body in order to alleviate psychological suffering. It has two central characteristics: the injuries are not intended to be suicidal and are not socially validated. Several authors believe that self-harm is mainly practiced by young people, and the practice is sometimes reinforced among adolescents. Thus, this study aims to discuss the perceptions of a group of young students about their mental health and the phenomenon of self-harm. The research is qualitative, conducted with students enrolled in high school at three schools in the Mato Grosso do Sul State Education Network, through the application of an online form in the school context. Eighty-three young people participated, most of them girls, aged between 14 and 24 years. The results indicated that young people perceive their mental health negatively, with girls standing out in relation to boys. The issue of race also emerged significantly when compared proportionally to the other participants. The group demonstrated that they had experience with the phenomenon, making it possible to identify that self-harm is felt by young people as a form of self-regulation, an attempt to express themselves, to be seen, to be cared for.

Author Biographies

Amanda Ferreira de Andrea, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Católica Dom Bosco (2019). Atualmente, é psicóloga educacional - Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul. Mestre em Psicologia pelo Programa de Pós Graduação em Psicologia pela Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - PPGPSICO/UFMS, como Bolsista de Produtividade do Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (CNPq).

Alberto Mesaque Martins, Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz, Brasil

Graduado em Psicologia pelo Centro Universitário UNA e em Filosofia pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Especialista em Psicologia em Saúde pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), Mestre em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Doutor em Psicologia por esta mesma universidade (UFMG). Professor Adjunto do Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Docente Permanente do Programa de Pós-Graduação (Mestrado) em Psicologia da UFMS. É coordenador do SANA - Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicologias e Processos de Saúde e Cura (CNPq). Foi Conselheiro e Coordenador da Comissão de Saúde do Conselho Regional de Psicologia de Mato Grosso do Sul (CRP-MS). Editor de Seção da Revista Psicologia e Saúde (UCDB) e Editor Associado da Revista Psicologia em Estudo (Maringá). Colabora em projetos com a Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF Brasil), relacionados à saúde mental de jovens em contextos de vulnerabilidades. Também integra o o Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis) do MEC /INEP. Tem experiência na área de Epistemologia, Ciências Sociais e Humanas em Saúde; Saúde Coletiva, Saúde Mental; Masculinidades, Processos de Saúde e Cura, Experiências Religiosas e Saberes Tradicionais, dentre outros. Colabora ainda como parecerista ad hoc em diversos periódicos científicos nos campos da Saúde Coletiva, Psicologia e Educação.

Published

2026-10-30

How to Cite

Andrea, A. F. de, & Martins, A. M. (2026). MENTAL HEALTH AND SELF-HARM: PERCEPTIONS OF YOUNG SCHOOL PEOPLE. Revista Interfaces: Saúde, Humanas E Tecnologia, 14(1), 7295–7307. https://doi.org/10.16891/2317-434X.v14.e1.a2026.id2540

Issue

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Artigos