IDENTIFICAÇÃO POR RADIOFREQUÊNCIA: UMA ALTERNATIVA NA RASTREABILIDADE DA CADEIA DE CUSTÓDIA DE VESTÍGIOS FORENSES

Autores

DOI:

https://doi.org/10.16891/2317-434X.v14.e1.a2026.id2430

Palavras-chave:

Gestão, Central de custódia, Identificação por radiofrequência

Resumo

A lei brasileira 13.964/19, aperfeiçoa a legislação penal e processual penal, tornando obrigatória a existência de uma central de custódia gerenciada pelo órgão central de perícia oficial de natureza criminal, dedicada ao controle e conservação dos vestígios. Por isso, é imperativo realizar o registro e a documentação minuciosa de cada fase e cada movimentação. A incorporação da identificação por radiofrequência (RFID) neste contexto, pode ser considerada uma melhoria a ser implementada, em virtude de sua eficácia na rastreabilidade em várias áreas. Embora recente, a legislação possui poucos artigos dedicados ao tema, principalmente em relação a tecnologias que auxiliam no rastreamento dos vestígios forenses. O presente trabalho visa analisar os prós e contras da rastreabilidade de vestígios forenses durante seu trânsito entre diferentes locais ou sob a responsabilidade de diversas centrais de custódia, por meio da tecnologia da RFID. Realizou-se uma revisão narrativa, empregando palavras como “Chain of custody”,“Forensic evidence” e “Radio Frequency Identification” em quatro diferentes bases de dados, resultando em sete artigos que se encaixavam nos critérios. A análise revelou que a tecnologia RFID oferece uma solução promissora para o rastreamento e controle da custódia de vestígios forenses, contribuindo significativamente para a melhoria dos processos de gestão e segurança desses materiais. Nesse contexto, considera-se a adoção da tecnologia RFID, como uma alternativa favorável para aprimorar a rastreabilidade das evidências forenses.

Biografia do Autor

Larissa Ayumi Ussuda, Universidade Estadual de Maringá (UEM), Maringá - PR

Graduada em Biomedicina pela Universidade Estadual de Maringá (UEM 2022), realizou especialização lato sensu em Ciências Forenses pela mesma instituição (UEM 2024) e residência técnica na Polícia Científica de Maringá através da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI 2024).

Renata Sano Lini, Universidade Cesumar, Maringá - PR

Possui graduação em Farmácia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM-2014). Especialista em Gestão em Saúde (2016), mestre (2019) e doutora (2024) em Biociências e Fisiopatologia pela mesma instituição.

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Publicado

2026-09-11

Como Citar

Ussuda, L. A., & Lini, R. S. (2026). IDENTIFICAÇÃO POR RADIOFREQUÊNCIA: UMA ALTERNATIVA NA RASTREABILIDADE DA CADEIA DE CUSTÓDIA DE VESTÍGIOS FORENSES. Revista Interfaces: Saúde, Humanas E Tecnologia, 14(1), 7120–7127. https://doi.org/10.16891/2317-434X.v14.e1.a2026.id2430

Edição

Seção

Artigos

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