PREVALÊNCIA DA SÍNDROME METABÓLICA ENTRE MULHERES ADULTAS PÓS-MENOPAUSA ATENDIDAS AMBULATORIALMENTE EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BELÉM-PARÁ

Autores

  • Fernando Vinícius Faro Reis Universidade Federal do Pará (UFPA), Rua Augusto Corrêa, 01. Guamá. Belém, Pará. CEP 66075-110. https://orcid.org/0000-0002-5124-1723
  • Josiana Kely Rodrigues Moreira da Silva Faculdade Estácio Belém. Avenida Governador José Malcher, 1148. Nazaré. Belém, Pará. CEP 66055-260. https://orcid.org/0000-0002-5634-5011
  • José Carlos Siciliano Oliveira Universidade Estácio de Sá – Campus Recreio. Avenida Alfredo Balthazar da Silveira, 580. Recreio dos Bandeirantes. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. CEP 22790-701. https://orcid.org/0000-0002-9033-7787
  • Viviane Monteiro Dias Centro Universitário Celso Lisboa. Rua Vinte e Quatro de Maio, 797. Engenho Novo. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. CEP 20950-092. https://orcid.org/0000-0002-1240-9968
  • Paula Paraguassú Brandão Universidade Estácio de Sá, Campus Centro I - Presidente Vargas. Avenida Presidente Vargas, 642. Centro. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. CEP 20071-001. https://orcid.org/0000-0003-1051-8703

DOI:

https://doi.org/10.16891/2317-434X.v14.e1.a2026.id3101

Palavras-chave:

Risco Cardiovascular; Diabetes Mellitus; Mortalidade

Resumo

Mulheres no pós-menopausa apresentam chances maiores de desenvolver síndrome metabólica e consequentemente, doenças cardiovasculares e diabetes mellitus. O objetivo da pesquisa foi identificar a prevalência da síndrome metabólica entre mulheres adultas no pós-menopausa. Realizou-se estudo transversal e descritivo com pacientes atendidas entre janeiro de 2022 e dezembro de 2023, no ambulatório de um hospital público na cidade de Belém, Pará. As variáveis estudadas incluíram o local de residência, a idade cronológica, a idade e o tipo da menopausa, o tempo de pós-menopausa, o diagnóstico clínico, hábitos de vida, estatura e massa corporais, índice de massa corporal, hipertensão arterial, circunferência da cintura e resultados de exames laboratoriais. Procedeu-se a estatística descritiva, o teste qui-quadrado de aderência, o teste de correlação de Spearman e a regressão logística adotando-se o nível de significância de 5%.  A síndrome metabólica foi diagnosticada quando a paciente apresentou, pelo menos, três dos cinco critérios adotados pelo Joint Interim Statement. Proporção significativa (p<0,0001) das 198 mulheres adultas pós-menopausa avaliadas era de sedentárias (79,3%) e com obesidade leve (36,9%). Os componentes mais prevalentes (p<0,05) foram hiperglicemia (72,2%) e hipertensão arterial (61,6%). A síndrome metabólica prevaleceu significativamente (p=0,034) em 61,1% das pacientes atendidas, associando-se com a idade cronológica (p= 0,038 – IC= 1,004-1,156) e com o índice de massa corporal (p= 0,005 – IC= 1,022-1,135). Esta pesquisa mostrou alta prevalência de SM entre mulheres adultas pós-menopausa atendidas em ambulatório público, evidenciando risco para doenças crônicas não transmissíveis.

Biografia do Autor

Fernando Vinícius Faro Reis, Universidade Federal do Pará (UFPA), Rua Augusto Corrêa, 01. Guamá. Belém, Pará. CEP 66075-110.

Doutor em Ciências (UNIRIO-RJ). Mestre em Doenças Tropicais (NMT-UFPA). Bacharel em Nutrição (UFPA). Professor Adjunto I da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Pará. Nutricionista Clínico do Hospital Universitário João de Barros Barreto da Universidade Federal do Pará.

Josiana Kely Rodrigues Moreira da Silva, Faculdade Estácio Belém. Avenida Governador José Malcher, 1148. Nazaré. Belém, Pará. CEP 66055-260.

Graduação em Nutrição pela Universidade Federal do Pará. Graduação em Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade do Estado do Pará. Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano pela Universidade da Amazônia. Doutorado em Enfermagem e Biociências pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Pesquisadora do Laboratório de Nutrição Baseado em Evidências (LANUBE). Docente da Faculdade Estácio de Belém.

José Carlos Siciliano Oliveira, Universidade Estácio de Sá – Campus Recreio. Avenida Alfredo Balthazar da Silveira, 580. Recreio dos Bandeirantes. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. CEP 22790-701.

Doutor em Ciências pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Mestrado em Saúde da Família pela Universidade Estácio de Sá. Graduação em Educação Física pela Universidade Castelo Branca. Graduação em Ciências Contábeis e Administração pela Universidade Estácio de Sá. Coordenador dos cursos de Pós-Graduação em Educação Física (Bacharelado) na Universidade Estácio de Sá. Docente nos cursos de graduação, na modalidade presencial e a distância (NEAD) e do curso de Medicina da Universidade UNIGRANRIO, do curso de Enfermagem da Faculdade Educabrasil Noel Mello (FENM). Tutor de disciplinas nos cursos do Centro Universitário UNIBTA, do Centro Universitário UFBRA (UFBRA) e do Centro Universitário UNI-BAN.

Viviane Monteiro Dias, Centro Universitário Celso Lisboa. Rua Vinte e Quatro de Maio, 797. Engenho Novo. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. CEP 20950-092.

Docente do Centro Universitário Celso Lisboa. Doutora em Biociências pela UNIRIO. Mestra em Ciências Médicas no curso de Fisiopatologia Clínica e Experimental pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Especialização em Nutrição Clínica Ortomolecular, Biofuncional e Fitoterapia pela Faculdade Redentor. Título de Especialista em Fitoterapia pela ASBRAN. Chef em Gastronomia Funcional. Formação em Nutrição Esportiva e Performance. Especialização em Terapia de Nutrição Enteral e Parenteral. Graduaçaõ em Nutrição pela Universidade Estácio de Sá. Nutricionista Assistente de Clínica, como Oficial Militar da Marinha do Brasil (2012-2020).

Paula Paraguassú Brandão, Universidade Estácio de Sá, Campus Centro I - Presidente Vargas. Avenida Presidente Vargas, 642. Centro. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. CEP 20071-001.

Nutricionista e Pós-doutora. Graduação em Nutrição (UERJ-2005), Mestrado (2007), Doutorado (2010) em Ciências (FisClinex-UERJ) e Pós-Doutorados: PACC/UFRJ/Coventry University UK (2014); PPGENFBIO/UNIRIO (2016). Tem Especializações: Nutrição Esportiva pela UFRJ (2009); Gastronomia Funcional pela UniSUAM (2015); Fitoterapia pela Estácio (2016). Professora Visitante do Programa de Doutorado PPGEnFBio/UNIRIO (2018 - 2020). Coordenadora do Curso de Graduação em Nutrição na Estácio de Sá Campus Centro I - Presidente Vargas e Estácio Campus Nova América, Professora da Universidade Celso Lisboa - UCL (desde 2006) e da Estácio de Sá (desde 2019) e de pós-graduações: FINAMA/FCC/PA (desde 2017); UNIT/SE (desde 2018); UCAM/RJ online (desde 2019); UFRJ/EEFD (desde 2017). Nutricionista e encarregada de saúde na Marinha do Brasil (2011 2018); Clube Ginástico Português (2007 2010). Nutricionista da Equipe Amazonas Bike de Ciclismo (desde 2005); Nutricionista e Diretora de Saúde da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (FECIERJ de 2009 a 2016). Fundadora do Grupo de Pesquisa LaNuBE/PPGENFBIO/UNIRIO (desde 2020) e pesquisadora LABIMH/UNIRIO (2010-2020). Pesquisadora Colaboradora (PPGEnFBio/UNIRIO desde 2020), International Human Motricity Network (desde 2012), Rede Acadêmica Dialogos en Mercosur (desde 2020).

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Publicado

2026-09-09

Como Citar

Reis, F. V. F., Silva, J. K. R. M. da, Oliveira, J. C. S., Dias, V. M., & Brandão, P. P. (2026). PREVALÊNCIA DA SÍNDROME METABÓLICA ENTRE MULHERES ADULTAS PÓS-MENOPAUSA ATENDIDAS AMBULATORIALMENTE EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BELÉM-PARÁ. Revista Interfaces: Saúde, Humanas E Tecnologia, 14(1), 7110–7119. https://doi.org/10.16891/2317-434X.v14.e1.a2026.id3101

Edição

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